Uma disputa que continua na mente de muitos é a eterna e interminável luta do período da Guerra Fria. O longo jogo de Fla-Flu na macropolítica internacional. Capitalismo x Comunismo. Dois sistemas que seus adeptos diriam antagônicos, mas que na prática massacram seus povos. Contudo, não são estes sistemas ou suas teorias que destroẽm, e sim seus famigerados líderes.
Passados pelo menos 25 anos do fim desta guerra, o mundo mudou: avanços e retrocessos ocorreram. Os fanáticos pouco se alteraram. No Brasil, mais do que nunca, essa briga se aflora com toda força novamente. Passamos por tempos difíceis, de ânimos exaltados. Não sabemos qual rumo tomaremos e, muito menos, onde chegaremos. Troca de acusações de ambos os lados. Ora um acusa que vivemos numa Ditadura Comunista, ora outro grita que estamos num levante conservador. Briga tola!
Tola pois já não vemos essa batalha na prática. Estados Unidos já não é o líder todo poderoso do ocidente e símbolo do Xapitalismo. União Soviética sumiu do mapa e seu descendente tenta ditar regras, fracassando quase sempre. A Europa vive uma crise econômica e social serissíma. A China se sobressai com seu Socialismo de Mercado (hibridismo de Capitalismo com Comunismo). Cuba agora tenta sair do atraso seguindo o modelo chinês abrindo-se ao mundo.
Hoje, Raul Castro se reuniu com Papa Francisco no Vaticano. Este foi o elo de ligação entre os cubanos e os norte-americanos após mais de meio século de separação. Como simbolismo deste acordo, o Papa viajará em setembro para os EUA com uma escala na ilha caribenha.
O Papa uniu e fez Capitalista e Comunista se comprimentarem diante dos olhos do mundo inteiro. Mas os olhos dos fanáticos continuam vedados para a realidade e assim soltaram seus ódios pelo mundo, influenciando muitos.
O mundo avança e até o comunista Raul diz que poderá voltar ao Catolicismo. Retórica de político, porém evidencia que a guerra do passado já não ocorre no presente.
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