PÁTRIA EDUCADORA! Este é o lema que a presidente do Brasil decidiu dá ao seu segundo mandato. No início muitos acreditavam que este bordão seria da boca fora e pouquíssimo ou nada mudaria neste país. Porém alguns eventos tendem a forçar não só o Governo Federal como os Estados e Munícipio a também cumprirem este objetivo.
Para começar o ano, todo o magistério do Paraná entrou em greve. Greve para defender o ensino e todo o serviço público paranaense, sendo seguido por várias categorias. Os primeiros já entram para a história por sua determinação, conquistando o recuo do Governo estadual. Em uma manobra ardilosa, meses depois, este envia novamente a proposta ao legislativo, que, de forma antidemocrática, faz a Polícia Militar cercar a Assembleia Legislativa. Os fatos seguintes são horripilantes: conflonto em praça aberta onde 200 pessoas saem feridas. Tratamento dado à pessoas que ajudam a formar outras e que recebem responsabilidades acima do que deveria e, principalmente, não são remuneradas para isso.
O Paraná foi apenas o início. Os educadores de São Paulo também entram em greve. Esta já dura mais de 2 meses e o governo pouco ou nada oferece, já que propaga que não existe greve no estado. O que não seria diferente esperar isto dele: São Paulo não teve problema hidríco, não há problemas de violência e não há epidemia de dengue. Não é isso que a imprensa não cansa de mostrar, mas não tem coragem de mostrar de quem é a responsabilidade de cuidar destes temas. Porém dá voz a este governo dizer que não irá negociar.
E muitos outros movimentos se espalham pelo país: Santa Catarina, Pernambuco, Pará, Goiás. Todos insastifeitos e cobrando das autoridades a eterna promessa que Educação é prioridade de governo.
O Federal pouco intervem nestes problemas. Para piorar, deixa acabar a verba de um programa para beneficiar a acessar o Ensino Superior. Argumenta que foi para ajustar a realidade e evitar abusos. Tudo bem fazer isto, mas em plena era da informação deixar de esclarecer o povo antes que o problema apareça era o mínimo que deveriam fazer.
Graças ao slogan, não só os que vivem para a Educação cobram as promessas. Aparentemente, no seio da sociedade essa cobrança vem aumentando nos últimos tempo. Um bom sinal, pois não depende apenas de educadores mudar a realidade nação, mas de todo seu povo. Contudo, é apenas um sinal, para se tornar algo concreto falta muito. Precisa da união e propósito dos governos, de educadores, da população, pais e, principalmente, dos alunos, pois estes são o objeto da escola e assim forma uma pátria educadora.
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